| Corrupção | ||
A campanha “O que você tem a ver com a corrupção”, realizada em Santa Catarina e ganhadora do Prêmio Innovare terá uma nova etapa estadual e será lançada nacionalmente. A campanha tem caráter educativo e busca conscientizar a sociedade, especialmente crianças e adolescentes, a partir de um diferencial, que é o incentivo à honestidade e transparência das atitudes do cidadão comum, destacando atos rotineiros que contribuem para a formação do caráter. • Formulário para Denúncia, clique aqui e faça a sua! Veja mais detalhes sobre a campanha nos links abaixo: |
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A campanha foi lançada no Estado de Santa Catarina em 27 de agosto de 2004, em Chapecó, direcionada a crianças e adolescentes. O lançamento ocorreu na sala número um do Cinema Arco-Íris, no Shopping Mercocentro. Até maio de 2005 foi veiculado audiovisual com abordagens diferenciadas do assunto em cinemas, televisão, rádio e jornal, e realização de palestras e distribuição de cartilhas com o mesmo conteúdo nas escolas. A campanha tem caráter educativo e busca conscientizar a sociedade, especialmente crianças e adolescentes, a partir de um diferencial, que é o incentivo à honestidade e transparência das atitudes do cidadão comum, destacando atos rotineiros que contribuem para a formação do caráter. As Secretarias de Estado Regionais ficaram encarregadas de distribuir o material, inclusive o audiovisual, às escolas de sua área de abrangência. A campanha deveria finalizar com a realização de um concurso entre as escolas do Estado para selecionar três projetos com o objetivo de combater a corrupção. Foram parceiros do MPSC no projeto o Tribunal de Contas do Estado (TCE), Universidade Comunitária Regional de Chapecó (Unochapecó) e Projeto de Extensão Comunitária Jurídica (PECJur/Unochapecó). As peças foram produzidas pelas agências Via Brasil, T12 e Casa na Árvore, e a mobilização também contou com o apoio da Associação Catarinense do Ministério Público (ACMP), RBS TV e Diário Catarinense, Rede de Cinemas Arco-íris. A campanha estadual deverá ser lançada na mídia no dia 1º de fevereiro de 2007.
Agora, é chegada a hora da nacionalização da campanha. O projeto visa atacar dois pontos fundamentais: 1º) buscar reduzir a impunidade nacional, ou seja, cobrar a efetiva punição dos corruptos e dos corruptores, abrindo um canal real para oferecimento e encaminhamento de denúncias; No final do ano passado o projeto foi escolhido como vencedor do II Prêmio Innovare: o Judiciário do século XXI, na categoria Ministério Público. O II Prêmio Innovare foi lançado em 3 de maio de 2005 e contou com 167 práticas inscritas por membros de Poder Judiciário e Ministério Público de todo o Brasil. É uma realização conjunta da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas - FGV DIREITO RIO, da Associação dos Membros do Ministério Público (CONAMP), da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e do Ministério da Justiça, por meio da Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, com o apoio da Companhia Vale do Rio Doce. Segue abaixo o projeto, etapas e orçamento, relativos à nacionalização (também aplicável em parte ao lançamento estadual acima referido) da campanha intitulada “O QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO?”. Precisamos disponibilizar cartilhas (gibis) para todos os alunos da rede pública e privada nacional da 1ª a 8ª série do ensino fundamental (se possível, seria o ideal). Ou, alternativamente, não sendo possível a distribuição de uma unidade por aluno, a distribuição de 50 unidades por colégio; Precisamos disponibilizar DVD’s e/ou fitas de vídeo com o audiovisual da campanha para todos os colégios da rede pública e privada nacional da 1ª a 8 ª série do ensino fundamental; Precisamos disponibilizar, após acordo com as redes de cinemas em cada Estado (com o objetivo de obter a veiculação do audiovisual da campanha antes do filme), cópias de fitas 8 milímetros para veiculação nos cinemas nacionais durante o período da campanha; Precisamos disponibilizar um endereço eletrônico nacional para recebimento de denúncias que poderiam ser encaminhas para os respectivos estados ou federação, conforme o conteúdo (ministérios públicos, polícias, OAB etc.). Precisamos disponibilizar, após acordo com a Rede Globo (para veiculação diária de inserções – aproveitando o audiovisual – sobre a campanha, além de depoimentos de artistas e pessoas de destaque), cópias do audiovisual em mini-dv para veiculação durante a programação normal durante o período da campanha; Precisamos disponibilizar em todas capitais dos estados, bem como nas principais cidades do País, outdoors para veiculação da campanha durante o prazo da campanha; Precisamos mobilizar promotores de Justiça, juízes, etc., para a realização de palestras e seminários em colégios, associações, ONG’s, etc., durante o prazo da campanha, abordando o tema central desta: a ética e o combate à corrupção. Precisamos mobilizar promotores de Justiça, juízes, etc., para que participem de programas de rádio e televisão para debater e propagar o conteúdo da campanha; Precisamos, após concretizado o planejamento material da campanha, assim como o respectivo cronograma, lançar oficialmente o projeto em nível nacional através da convocação de toda a sociedade civil organizada; Precisamos organizar um grande concurso nacional com o objetivo da apresentação de projetos (por escola) sociais e comunitários que possam, de alguma forma, ajudar a combater e atenuar o mal da corrupção. Serão selecionados e premiados os três primeiros colocados. A premiação poderia se dar através da entrega, por exemplo, de computadores, TVs, etc. É importantíssima a participação da Fundação Vale do Rio Doce através da escolha de uma comissão que deverá eleger os projetos vencedores. Quiçá com a participação da própria Fundação Getúlio Vargas (Innovare - Raquel); Precisamos finalizar a primeira etapa da campanha após um ano do seu lançamento, da realização do concurso nacional referido, com as premiações das escolas vencedoras com prêmios específicos, através de uma ampla divulgação na mídia, quem sabe através da realização de uma grande solenidade de encerramento e premiação dos vencedores. Será lançada em nível nacional, devendo ser apresentada em todos Estados da Federação, uma peça de teatro relacionada com a temática da campanha, a qual já estamos desenvolvendo com um grupo de teatro local de Joinville-SC (custos com transporte, hotel, alimentação etc.); A campanha também desenvolverá, em nível nacional, uma proposta de projeto de lei popular com o objetivo de fazer inserir na rede pública e particular (ensino fundamental) o ensino obrigatório de uma disciplina relacionada com a cidadania, ética, responsabilidade, etc. (EMC – Educação Moral e Cívica, OSPB – Orientação sobre os Problemas Brasileiros, ou ERC – Ética Responsabilidade e Cidadania), organizando previamente uma comissão científica para elaboração do conteúdo oficial da disciplina. A campanha também deverá ser veiculada em ônibus (busdoor) por todos os estados da Federação; Também, anualmente, deverão ser realizados, em todos estados da Federação, seminários sociais com o mesmo título da campanha, especialmente, com a participação da comunidade universitária nacional (a exemplo de um fórum ou semana jurídica). A primeira etapa da campanha se desenvolverá durante o período de um ano, sendo que a campanha deverá desenvolver, anualmente, novos mecanismos que estimulem e desenvolvam a ética e a responsabilidade social, sem prejuízo da criação de uma ONG permanente que ajude a manter vivas continuamente as idéias da campanha. Em princípio seria isso, sem prejuízo das alterações e modificações necessárias. A campanha deverá ser lançada nacionalmente no segundo semestre de 2007, ou no primeiro semestre de 2008, conforme a disponibilidade da estrutura necessária para o lançamento responsável do projeto. Assim a campanha seria lançada nacionalmente em 1º de agosto de 2007 ou em 1º de fevereiro de 2008. Após o lançamento oficial, composto um cronograma nacional, que deverá ser executado por cada estado da Federação, deverão ser desenvolvidas atividades permanentes (mensais) para desenvolvimento do projeto:
Hoje o Ensino Fundamental brasileiro possui aproximadamente 34 milhões de alunos distribuídos em aproximadamente 163 mil escolas em todo território nacional.
As empresas e entidades interessadas em participar da campanha podem entrar em contato com Affonso Ghizzo Neto – Promotor de Justiça e Coordenador da Campanha, pelo telefone É importante salientar que a coordenação da campanha não receberá qualquer doação em espécie, somente através do fornecimento do material necessário para desenvolvimento nacional da campanha. Informamos que o contrato de parceria com o Instituto Mac foi resolvido antecipadamente por meio de distrato celebrado em 21 de junho de 2007. Por este motivo, a ACMP não tem qualquer relação obrigacional com aquele instituto e nem assumiu qualquer compromisso com patrocinadores. |